Aula 20 Manuel Maria Carrilho

A 11 de Maio de 2006 Manuel Maria Carrilho apresenta o seu livro «Sob o signo da verdade» em que diz que foi vitima de uma conspiração de jornalistas, comentadores e uma agência de comunicação para o derrotar nas eleições autárquicas que deram a vitória a Carmona Rodrigues em Lisboa. Carrilho fala em manipulação e numa entrevista à RTP diz que «existe uma corrupção generalizada muito difusa» envolvendo jornalistas e a actividade das relações públicas. Carrilho acusa António Cunha Vaz, director de uma agência de comunicação, que lhe terá oferecido os seus serviços, com o argumento de que «tudo se compra».
As agências tratam das notícias mais são os jornalistas que decidem se passam ou não para o espaço mediático.
Fonte, facilitadora, parceira, intermediária. Assim se definem as empresas, mais conhecidas por agências, de comunicação que prestam, entre outros serviços, a tão falada assessoria mediática. Uma visão contrária à defendida por Manuel Maria Carrilho, que no seu livro Sob o Signo da Verdade acusa uma desta empresas - Cunha Vaz & Associados - de lhe ter oferecido os seus serviços, em que incluía a compra de jornalistas, aquando da sua corrida à presidência da Câmara de Lisboa.
É justamente para ajudar à transparência do sector que Luís Paixão Martins, director-geral da LPM, está a preparar um código de ética para a disciplina de assessoria mediática, na actividade em conselho e relações públicas. "Em parte, este código já existe", alerta Paixão Martins, apontando para o código deontológico dos jornalistas. "Isto seria suficiente, pois trata-se de um conjunto de regras universais relativamente fortes."
Fonte, facilitadora, parceira, intermediária. Assim se definem as empresas, mais conhecidas por agências, de comunicação que prestam, entre outros serviços, a tão falada assessoria mediática. Uma visão contrária à defendida por Manuel Maria Carrilho, que no seu livro Sob o Signo da Verdade acusa uma desta empresas - Cunha Vaz & Associados - de lhe ter oferecido os seus serviços, em que incluía a compra de jornalistas, aquando da sua corrida à presidência da Câmara de Lisboa.
É justamente para ajudar à transparência do sector que Luís Paixão Martins, director-geral da LPM, está a preparar um código de ética para a disciplina de assessoria mediática, na actividade em conselho e relações públicas. "Em parte, este código já existe", alerta Paixão Martins, apontando para o código deontológico dos jornalistas. "Isto seria suficiente, pois trata-se de um conjunto de regras universais relativamente fortes."
São os jornalistas que decidem sempre tudo aquilo que vai ser publicado ou não as agências de comunicação limitam-se apenas a dar os temas e assuntos para que os jornalistas abordarem. É como tudo na vida existem agências e técnicos de comunicação que também prestam mau serviço.

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